Planejamento Patrimonial Falar no WhatsApp
Holding Familiar · Planejamento Sucessório

Sua família recebe o patrimônio ou fica com o inventário.

Um inventário costuma consumir 20% a 40% do patrimônio da família — e trava os bens por até 4 anos. A holding evita isso, organizando tudo em vida, com regras que você define. A Reis Advocacia analisa o seu caso e diz se a estrutura faz sentido pra você.

Resposta no mesmo dia útil Sem compromisso Online e presencial
Imóveis no CPF Empresa familiar Mais de um herdeiro
Gefferson Reis e a equipe da Reis Advocacia Reis Advocacia20+ advogados · 18 anos
Gefferson Reis
Reis Advocaciaonline agora
Tenho imóveis no meu CPF e dois filhos. A holding faz sentido pro meu caso?09:41
Bom dia! É exatamente isso que avaliamos no diagnóstico patrimonial — uma conversa objetiva, sem compromisso. Pode ser hoje?09:42
20 a 40%

é quanto um inventário costuma consumir do patrimônio, somando imposto, custas de cartório/justiça e honorários.

até 8%

hoje é o teto do ITCMD — imposto sobre herança — agora progressivo em todos os estados: quanto maior o patrimônio, maior a alíquota.

4 anos

é o prazo médio de um inventário — período em que contas ficam bloqueadas e os bens, indisponíveis para a família.

Antes de tudo

A holding não é pra todo mundo.

Ela resolve um problema específico, de quem já tem patrimônio para organizar. Veja de que lado você está — com honestidade, porque isso poupa o tempo dos dois.

Provavelmente se aplica

  • Você tem imóveis no seu CPF — um ou vários
  • Existe empresa ou atividade rural na família
  • Você tem mais de um herdeiro — ou filhos de casamentos diferentes
  • Quer decidir em vida quem administra e como fica dividido

Provavelmente ainda não

  • Você ainda não tem bens no seu nome
  • O inventário já começou — aí o caminho é outro
  • Você quer proteção contra dívidas já existentes — a holding não serve pra isso
  • Está estudando o tema — nesse caso, as respostas mais abaixo ajudam mais
Se aplica ao meu caso 2 perguntas rápidas · resposta no mesmo dia útil · sem compromisso
Por que agora

A lei mudou em 2026.
O planejamento ficou mais urgente — e mais técnico.

A Lei Complementar 227/2026, que regulamentou a Reforma Tributária, alterou as regras do imposto sobre herança e doação. Quem tem patrimônio no CPF é diretamente afetado.

§
LC 227/2026

O imposto agora mira o valor de mercado

Acabou o "valor histórico": a base de cálculo do ITCMD migra para o valor de mercado atualizado dos bens. Para quem tem imóveis antigos declarados pelo valor de compra, a conta da sucessão muda bastante.

§ Avaliação dos bens

O patrimônio pode ser avaliado por mais do que vale

No inventário, quem define o valor dos bens é o fisco — e não é raro o patrimônio ser avaliado acima do valor real de mercado. A família paga imposto sobre um número que nunca viu, e ainda precisa brigar para contestar.

§ Em tramitação

A conta tende a subir — não a cair

Além do teto de 8% já vigente, tramita no Senado proposta para dobrar o limite do ITCMD para 16% (PRS 57/2019). Some-se a discussão sobre tributação de grandes fortunas: a direção do país é clara — quem tem patrimônio vai pagar mais para transmiti-lo.

§ Anterioridade

Existe uma janela técnica

Novas alíquotas estaduais só passam a valer no ano seguinte à aprovação em cada estado. Quem organiza a estrutura antes, organiza pelas regras de hoje — quem deixa para depois, organiza pelas regras que vierem.

Equipe da Reis Advocacia reunida no escritório
A equipe acompanha cada alteração da lei — semana a semana, para que a estrutura da sua família seja montada pela regra que vale hoje.

Conteúdo informativo baseado na legislação vigente. Cada caso exige análise individual — é exatamente isso que o diagnóstico faz.

A operação, em números
R$ 1 bi+

em patrimônio já estruturado e protegido

200+

famílias atendidas

20+

advogados atuando na área de holding

18 anos

de atuação no mercado

Quem conduz
Gefferson Reis, advogado responsável pela Reis Advocacia Gefferson Reis · OAB/RS 81.622

Gefferson Reis

Advogado · Reis Advocacia · OAB/RS 81.622

Advogado há mais de 18 anos e especialista em planejamento patrimonial familiar, Gefferson já atuou em centenas de casos envolvendo sucessão, patrimônio e organização familiar. Casado há 30 anos e pai de três filhos, foi essa vivência pessoal — somada à experiência jurídica — que o levou a se dedicar integralmente a ajudar famílias a organizarem seus bens em vida e evitarem o inventário, sempre com um princípio: explicar em linguagem simples e só recomendar o que o caso realmente pede.

  • Equipe com mais de 20 advogados dedicados a planejamento patrimonial, sucessório e proteção da empresa familiar
  • Mais de 200 famílias atendidas e R$ 1 bilhão+ em patrimônio estruturado
  • Estrutura multidisciplinar: contadores, avaliadores de imóveis e analistas dão suporte técnico a cada holding
  • Atendimento online e presencial, em todo o Brasil
Quem vai cuidar do seu caso

Você não fala com um advogado só — fala com um time

Cada holding da Reis é montada a várias mãos: quem desenha a estrutura, quem cuida da parte societária, quem acompanha a avaliação dos bens e quem segue com a família depois de tudo pronto. Todos com inscrição na OAB — que você pode conferir.

Adrieli Pontes Lehnhart
Adrieli Pontes Lehnhart
OAB/RS 98.110
Paula Graziela Reis
Paula Graziela Reis
OAB/RS 120.458
Roberta Müller de Oliveira
Roberta Müller de Oliveira
OAB/RS 125.211
Henrique Pereira Salvador
Henrique Pereira Salvador
OAB/RS 132.790
Tobias Oliveira
Tobias Oliveira
OAB/RS 137.649
+20 advogados, contadores e avaliadores dando suporte técnico a cada holding
O que a holding organiza

Uma estrutura, quatro proteções

Com a holding, você evita que o inventário aconteça — e, junto com ele, o imposto alto, os anos de tramitação e a briga entre herdeiros. O patrimônio já chega organizado à próxima geração.

01

Sucessão sem inventário

O patrimônio é transmitido conforme as regras definidas em vida — a família não fica anos esperando um processo pra acessar o próprio patrimônio.

02

Regras claras entre herdeiros

Quem administra, quem decide, o que pode ser vendido: tudo definido em contrato. A maior causa de conflito familiar não é o imposto — é a falta de regra.

03

Continuidade da empresa

Se há empresa na família, a holding define a governança: sócios, banco e fornecedores sabem exatamente o que acontece se o fundador faltar.

04

Economia na transmissão

Na maior parte dos casos a estrutura reduz os custos da transmissão do patrimônio. O quanto se economiza — e se de fato compensa — depende da composição dos bens. É exatamente isso que o diagnóstico calcula, antes de qualquer decisão.

Sinceridade

Quando a holding não é o caminho

Pode soar estranho vindo de quem vive de estruturar holdings — mas faz parte de como trabalhamos.

"

Nem toda família precisa de uma holding. E dizemos isso já no diagnóstico. Não empurramos uma estrutura que o seu caso não pede — se fizer sentido, seguimos juntos; se não fizer, você sai sabendo exatamente por quê.

Gefferson Reis
Gefferson Reis
OAB/RS 81.622 · Advogado responsável

Quando faz sentido, o ganho é real: você evita que o inventário aconteça — e evita, junto com ele, a briga na Justiça, o desgaste e os impostos altos. A holding coloca tudo isso sob seu controle, em vida, com economia de verdade.

Como funciona

Três passos, começando por uma conversa

Atendimento na Reis Advocacia
1

Diagnóstico patrimonial

Uma conversa objetiva (por WhatsApp ou vídeo) sobre a composição do seu patrimônio e da sua família. Você sai sabendo se a holding se aplica — e por quê.

Primeiro passoSem compromisso
Equipe da Reis Advocacia analisando documentos
2

Desenho da estrutura

Se fizer sentido seguir, desenhamos a estrutura sob medida: tipo societário, regras de administração, cláusulas de proteção e o passo a passo da implantação.

Advogada da Reis Advocacia orientando a equipe
3

Implantação e acompanhamento

Constituição da holding, transferência dos bens e orientação contínua — com a família entendendo cada etapa, em linguagem simples.

Ver se a holding se aplica ao meu caso
Resposta no mesmo dia útilOnline e presencial
Dúvidas frequentes

Perguntas que toda família faz

Quanto custa mesmo um inventário?+
Em geral, de 20% a 40% do patrimônio, somando o ITCMD (até 8%), as custas de cartório/justiça e os honorários advocatícios. Varia por estado, pela composição dos bens e pela complexidade da família — e quanto maior o patrimônio, maior tende a ser a alíquota aplicada. Ver essa conta no caso da minha família
Vou economizar imposto com a holding?+
Na maioria dos casos, sim — mas depende da composição do patrimônio, e é isso que o diagnóstico calcula. Desde a LC 227/2026, que levou a base de cálculo do ITCMD ao valor de mercado, a conta ficou mais técnica: nem toda estrutura gera a mesma economia. O ganho que independe de cálculo é outro — ao evitar o inventário, a família evita também as brigas e disputas sobre os bens. Ver se a economia se aplica ao meu caso
É melhor holding ou doação com usufruto?+
São dois institutos completamente diferentes. Doação não é planejamento: transfere um bem, ponto. A holding organiza a administração, a sucessão e as regras entre herdeiros de todo o patrimônio, em vida. Ver qual faz sentido no meu caso
As contas ficam mesmo bloqueadas quando alguém falece?+
Sim — as contas do falecido são bloqueadas e a partilha depende do inventário. A lei permite usar parte do saldo para custear o processo (via alvará), mas o acesso pleno da família ao patrimônio só vem ao final. Um bom planejamento reduz drasticamente esse aperto. Falar sobre o caso da minha família
Tem risco de a holding ser desconsiderada pela Receita?+
Estruturas de "papel" — criadas só para esconder bens, sem propósito real — sim, correm risco. Por isso montamos com propósito e substância: governança de verdade, documentação completa e regras que a família realmente usa. Tirar essa dúvida com a equipe
Meu patrimônio pode ser avaliado por mais do que vale?+
Pode. No inventário, os bens em nome do falecido são avaliados pelo fisco — e não é raro chegarem a um valor acima do de mercado. A família paga imposto sobre esse número e ainda precisa contestar dentro do processo. Estruturado em vida, o patrimônio é avaliado com você presente. Ver como ficaria no meu patrimônio
Moro longe / no interior. Consigo fazer tudo online?+
Sim. Todo o processo — do diagnóstico à implantação — pode ser conduzido de forma online, com reuniões por vídeo e assinaturas digitais. Também atendemos presencialmente. Famílias de todo o Brasil. Falar com a equipe agora

Uma conversa hoje.
Décadas de tranquilidade.

O diagnóstico é uma conversa direta e sem compromisso: você conta como está o patrimônio, e nós dizemos com franqueza se a holding se aplica ao seu caso — e qual o caminho, se não se aplicar.

Quem responde é um advogado da equipe — não um atendente.

Ver se a holding se aplica ao meu caso
Resposta no mesmo dia útilDiagnóstico patrimonialSem compromisso
A holding se aplica ao meu caso?